O LEGADO DE ABRIL NA HISTÓRIA DE UM PORTUGAL DEMOCRÁTICO
Vasco Lourenço e Alfredo Barroso - Num jantar que contou com mais de uma centena de pessoas, Vasco Lourenço e Alfredo Barroso partiram as suas memórias e evocaram os valores de Abril e o legado da "Revolução dos Cravos" na história de um Portugal democrático.
JOSÉ LUÍS JUDAS NO JANTAR DO CLUBE A LINHA
O Clube A Linha contou com a presença de José Luís Judas onde foi especificamente abordado o processo de concepção e execução da estratégia e do projecto que conduziu à vitória do Partido Socialista nas eleições autárquicas em Cascais, com o slogan "mudança tranquila".
VÍTOR RAMALHO NO CLUBE A LINHA
Vítor Ramalho, Presidente da Federação de Setúbal do PS, recordou a matriz genética do partido Socialista, debruçando-se especificamente sobre os desafios autárquicos com que o PS se vê confrontado no Distrito de Setúbal, apresentando a estratégia política seguida nas últimas eleições autárquicas, bem como o caminho que se está a trilhar naquele distrito.
OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÓMICO
Vieira da Silva e Pedro Marques - Cascais acolheu José António Vieira da Silva e Pedro Marques para mais um debate promovido pelo Clube A Linha, onde os convidados partilharam com o auditório, a sua visão sobre os desafios que Portugal enfrenta em matéria de crescimento económico.
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Fomos de férias... regressamos em breve!
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
A doutrina do fontanário
As eleições de Setembro e Outubro têm surgido como o culminar de um ano político invulgarmente intenso, mas tudo indica não serem o fim, antes sim o reinício, sob novas formas, da prática política tal como a temos vindo a conhecer desde há cerca de um ano a esta parte. Isto é, parece assegurada a continuidade do fontanário presidencial, um sistema político caro a quem em Portugal se diz presidencialista mas entende o presidencialismo como um exercício de «influência» sem face, nem nome, nem palavra.terça-feira, 18 de agosto de 2009
Marketing Político (1) - O top nacional
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
Campanha2009(3)
Embora a «direita dos blogs», referida há umas semanas aqui a propósito da BlogConf, não seja capaz de o perceber, o destino dos líderes de PS e PSD joga-se em função das duas eleições, legislativas e autárquicas, não apenas da primeira delas. Pensar em acordos quando não se sabe quem os fará, mas é certo que não serão Sócrates e Ferreira Leite, é descabido. Quem vencer as legislativas, como tudo indica sucederá ao PS, mesmo que governe em minoria (como o PS terá quase de certeza de fazer, atendendo às alternativas no imediato), terá aliás condições razoáveis para o fazer. Graças aos prazos inibitórios à dissolução da Assembleia por parte do Presidente, os primeiros dois anos de governação, sensivelmente, ficam perto de garantidos. O que se será capaz de realizar neles, claro está, é a dúvida. Mas quem sabe o que esses dois anos vão trazer? Nada impede um governo de iniciar funções em minoria e, mais tarde, completar o mandato através de novos apoios parlamentares, seja com novas políticas da «extrema esquerda», seja com novos líderes da Direita. Foi esse, aliás, o caminho de António Costa com o actual executivo camarário lisboeta.
Pensar em Agosto em soluções de problemas que só em Outubro irão ficar definidos, quando só a partir desse momento será possível lidar com eles e haverá dois anos para o fazer, serve apenas para insistir no que já se sabe: maioria absoluta é improvável, BE e PCP não querem governar, PSD e CDS continuam exactamente como há 5 anos, etc., etc. Bem anda o Secretário Geral do PS ao falar das suas propostas e daquilo que quer e não quer, em vez de perder (o nosso) tempo com encenações desprovidas de argumento.
Carlos Leone
quarta-feira, 12 de agosto de 2009
Os cartazes e a cola que os aguenta
Como de costume, a campanha do BE revela a maior das eficiências, forçar os outros a responder-lhe. Mas, mesmo quando a resposta é mais séria que a campanha, persiste o problema: há uma Esquerda que se julga moralmente superior (curioso tique comunista) e rebaixa os outros como gestores mais ou menos inconscientes do «sistema». Isto do «sistema» faz lembrar o lúcido discurso de um Dias da Cunha, mas nem é preciso entrar em futebolices. Observe-se como estas seis petições de princípio começam e acabam com a negação do PS como sendo de Esquerda. Afinal de contas, que é isso de democratizar, descolonizar, integrar Portugal na UE, reformar os sistemas de educação, saúde, etc., contrariar a privatização da segurança social e a venda da dívida fiscal, descriminalizar a IVG, etc., etc., etc.? Resposta: «gestão». Eis uma análise à altura dos cartazes.Há de facto, um problema com a «extrema-esquerda», mas não é ser dita «extrema». Mais grave, é não ser «esquerda». Só o pode ser quem reconhece a diferença (em vez de apenas a apregoar contra outros), seja face a outras esquerdas seja face à Direita. Mas só assim, em nome da «verdadeira Esquerda», se pode falar de outro governo sem nunca ter de o praticar, já se sabe...
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Campanha2009 (2)
O caso mais comentado, e justamente, é o do ex-candidato a líder Passos Coelho. A sua exclusão contrasta com o esforço federador tentado por Sócrates nas listas do PS e, como tantos outros aspectos (estilo, propostas ou falta delas, etc.), distingue PS do PSD. Aliás, se o programa do PSD corresponder às prioridades enunciadas ontem, isso será ainda mais patente. Entretanto, a não inclusão de Passos Coelho parece indicar uma estratégia de terra queimada: como o líder que perder terá os dias contados, se Ferreira Leite sair derrotada, o mais provável próximo líder não estará no Parlamento. Isto, somado a um discurso e umas listas passadista, parece indicar não uma estratégia de vitória ou sequer de cuidado com o futuro mas uma espécie de ajuste de contas interno. Antes da cisão inevitável do PSD? É difícil ver o que sairá de bom disso.
segunda-feira, 3 de agosto de 2009
Campanha2009 (1)
Claro que o Público, jornalismo de referência, consegue ver outra notícia. Vale a pena notar isso e o significado do título perante o que a notícia relega para o fim, o significado da «renovação». Tudo em família...
Carlos Leone
PS - Não por acaso, Isaltino tambem tem um cartaz a dizer que vota na família dele. Bate tudo certo, realmente...