O LEGADO DE ABRIL NA HISTÓRIA DE UM PORTUGAL DEMOCRÁTICO
Vasco Lourenço e Alfredo Barroso - Num jantar que contou com mais de uma centena de pessoas, Vasco Lourenço e Alfredo Barroso partiram as suas memórias e evocaram os valores de Abril e o legado da "Revolução dos Cravos" na história de um Portugal democrático.
JOSÉ LUÍS JUDAS NO JANTAR DO CLUBE A LINHA
O Clube A Linha contou com a presença de José Luís Judas onde foi especificamente abordado o processo de concepção e execução da estratégia e do projecto que conduziu à vitória do Partido Socialista nas eleições autárquicas em Cascais, com o slogan "mudança tranquila".
VÍTOR RAMALHO NO CLUBE A LINHA
Vítor Ramalho, Presidente da Federação de Setúbal do PS, recordou a matriz genética do partido Socialista, debruçando-se especificamente sobre os desafios autárquicos com que o PS se vê confrontado no Distrito de Setúbal, apresentando a estratégia política seguida nas últimas eleições autárquicas, bem como o caminho que se está a trilhar naquele distrito.
OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÓMICO
Vieira da Silva e Pedro Marques - Cascais acolheu José António Vieira da Silva e Pedro Marques para mais um debate promovido pelo Clube A Linha, onde os convidados partilharam com o auditório, a sua visão sobre os desafios que Portugal enfrenta em matéria de crescimento económico.
sexta-feira, 31 de outubro de 2008
Conferência - 14 de Novembro de 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
GALBRAITH, O SOCIALISMO E A CRISE
Nasceu há 100 anos, no dia 15 de Outubro. Ainda jovem, participou na definição e execução das políticas económicas de Roosevelt durante a guerra. Com Kennedy, de quem foi consultor, e depois com Lyndon Johnson (um democrata do Sul) na presidência, assistiu ao duplo movimento de crescimento económico e emancipação social que marcou indelevelmente os anos 60 como uma década de esperança. John Kenneth Galbraith, um dos rostos daquele sector do pensamento económico mais execrado entre os anos 80 e os primeiros dias de Outubro, disse uma vez, segundo o diário New York Times, que o citava no obituário de 30.4.06: «Um dos meus maiores prazeres, ao escrever, resultava de pensar de que talvez o meu trabalho pudesse aborrecer alguém numa posição confortavelmente pretensiosa. Mas, depois, dava-me conta de que tais pessoas raramente lêem.»
Galbraith, como o seu mestre Maynard Keynes, simplesmente não aceita o dogma ultra-liberal da harmonia espontânea entre o interesse do talhante, do padeiro e do homem que vai jantar, para parafrasear uma célebre frase de Adam Smith. Só que os seus opositores, se lêem, nem por isso concedem que a intervenção nos mercados está, desde logo, justificada pelo conteúdo ético e político que se associa – como a ciência económica desde os seus actos fundacionais sempre reconheceu – a todo o processo de produção e troca.
É verdade que um democrata dos EUA está longe de se assemelhar em sofisticação ao CEO de uma empresa pública privatizada que, em conluio com a guarda-avançada dos accionistas e de uma parte do establishment partidário, captura o capital disponível para dois fins básicos: a fixação de privilégios remuneratórios e indemnizações injustificáveis e operações especulativas de alto risco e curtíssimo prazo que, como diz Soromenho Marques, vêm tendo por resultado essa «absoluta miséria» ética que se traduz na tentativa de salvar, com o sistema económico, os «gestores e especuladores corruptos» (JL, 22.10.08). Esses mesmos que, ao mesmo tempo que batalhavam ideologicamente na frente da desregulação e da privatização dos serviços públicos que constituem o núcleo da soberania, mas também da própria ordem social e da redistribuição, pregavam a desideologização da acção política.
O Secretário-Geral do PS falou, este fim-de-semana, num Waterloo para os que advogavam o fim do papel regulador do Estado. Mas não é só o Estado que deve regressar. É a política, como conflitualidade e pluralidade, para usar palavras já antigas de Augusto Santos Silva. É, como diz, por seu turno, Carlos Leone, a ideologia, e neste caso, também para criar um caminho que faça frente ao que, em fómula feliz, chama «socialismo distópico».
A questão, diria, está em saber se aqueles de que se fala como derrotados são, ou não, um Fabrice de seu Stendhal.
Imaginemos que não. Soromenho Marques mostra-nos que, por ora, não são eles os derrotados, mas precisamente aqueles, muitos milhões, de quem se dirá, «invertendo a tirada de Churchill:”Nunca tão poucos ficaram a dever a tantos”».
Usando ainda a imaginação, consideremos, uma vez mais, as palavras de Galbraith em uma das suas obras derradeiras, The culture of contentment, obra que, em francês, recebeu como título A república dos satisfeitos:
Para servir o contentamento, havia, e há, sempre três exigências fundamentais.
A primeira é que se deve justificar uma limitação geral do papel do Estado na economia. Deve haver uma doutrina que ofereça uma presunção plausível contra a intervenção dos poderes públicos. […]
A segunda exigência, mais específica, é encontrar uma justificação social para a aquisição e a posse de riqueza, sem entrave nem inibição. […] É necessária uma demonstração que prove que aquele que enriquece […] serve um objectivo social elevado e sério.
A terceira exigência consiste em justificar uma diminuição do sentimento de responsabilidade pública pelos pobres. Aqueles que se encontram nesta situação, os membros da classe inferior estrutural e socialmente bloqueada, devem ser muito concretamente encarados como os arquitectos da sua própria infelicidade.
Perante esta check-list, é bom de ver que os socialismos contemporâneos acolheram muitos dos ideologemas da satisfação. Mas também, face à gravíssima situação que hoje se vive à escala mundial, é indiscutível que alguns dos motivos clássicos da esquerda têm de ser retomados, contra uma deriva que vinha reduzindo intencionalmente as representações da esfera política a uma retórica dos ´modos de vida´ e das ´questões de sociedade´.
E isto deve ser feito antes mesmo de nos debruçarmos sobre os múltiplos significados futuros de socialismo.
João Santos
Membro fundador do Clube A Linha
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Carlos Leone - A Linha (europeia)
A organizar um congresso internacional a ter lugar em Lisboa logo a seguir às eleições de 2009 (29 a 31 e Outubro), dedicado ao tema da igualdade de oportunidades, foi um estímulo importante para mim o interesse dos membros de A Linha em contarem comigo para as suas actividades de debate político. Isto porque não os motivou uma leitura circunstancial do que tenho escrito (contra este ou aquele) mas uma abordagem ao que nos deve mobilizar, delinear política socialista para o futuro.terça-feira, 14 de outubro de 2008
CONVITE: CONVERSAS NA LINHA - O SOCIALISMO NO SÉCULO XXI (30 DE OUTUBRO)
domingo, 12 de outubro de 2008
Secretário-Geral do PS formula ao Clube a Linha votos dos maiores exitos
Artigo de Opinião: Na senda do Poder?
Não sou, por critério, adepto das coligações pós-eleitorais, porém reconheço as suas vantagens quando a governação de um município delas depende.
Sou, portanto, um moderado no que toca a coligações, e talvez por ser moderado ainda não esteja restabelecido (confesso que me deixou sérias dúvidas relativamente a tudo o que conheço da Ciência Política) da coligação que António Capucho formalizou com o PCP.
Não me choca a ousadia de Capucho, mas sim a fuga à linha rígida do PCP, ao ter aceite um vereador com pelouro (Lopes de Mendonça) num executivo PSD/CDS.
Sinal dos tempos?
Rui Estêvão Alexandre
Politólogo
Membro Fundador do Clube de Reflexão Política a Linha
Membro do Secretariado da Secção do PS de São Domingos de Rana
quinta-feira, 9 de outubro de 2008
Geração de Ideias - VAMOS DESVENDAR A JUSTIÇA (14.10.08)
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Joaquim Raposo apresentou a sua candidatura em Cascais
sábado, 4 de outubro de 2008
Geração de Ideias - debate sobre o futuro energético de Portugal
mais limpo e eficaz no tratamento dos resíduos sólidos perigosos, demorou em Portugal "12 anos até que fosse possível concretizá-lo". 
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Artigo de Opinião: Política e Soft Power
Membro Fundador do Clube de Reflexão Política a Linha
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Debate: Questões Sociais - Reflexos na Vida Política

Debate: Questões Sociais - Reflexos na Vida Política
Hotel da Quinta da Marinha - 3 de Outubro - 21horas
"O Concelho de Cascais deve ser Competitivo, Prestigiado e de Qualidade.
Só através do debate aceso e produtivo, pleno de seriedade, com quem tem uma visão mais ampla, por força da sua experiência e conhecimento, é possível encontrar um caminho para atingir estes objectivos.
Iniciamos agora esta reflexão com um debate, em que contamos com a participação do Dr. José Miguel Júdice, no qual muito nos honraria a sua presença.
Com os melhores cumprimentos,
Alípio Magalhães
Presidente da Comissão Política Concelhia de Cascais do Partido Socialista"



