O LEGADO DE ABRIL NA HISTÓRIA DE UM PORTUGAL DEMOCRÁTICO
Vasco Lourenço e Alfredo Barroso - Num jantar que contou com mais de uma centena de pessoas, Vasco Lourenço e Alfredo Barroso partiram as suas memórias e evocaram os valores de Abril e o legado da "Revolução dos Cravos" na história de um Portugal democrático.
JOSÉ LUÍS JUDAS NO JANTAR DO CLUBE A LINHA
O Clube A Linha contou com a presença de José Luís Judas onde foi especificamente abordado o processo de concepção e execução da estratégia e do projecto que conduziu à vitória do Partido Socialista nas eleições autárquicas em Cascais, com o slogan "mudança tranquila".
VÍTOR RAMALHO NO CLUBE A LINHA
Vítor Ramalho, Presidente da Federação de Setúbal do PS, recordou a matriz genética do partido Socialista, debruçando-se especificamente sobre os desafios autárquicos com que o PS se vê confrontado no Distrito de Setúbal, apresentando a estratégia política seguida nas últimas eleições autárquicas, bem como o caminho que se está a trilhar naquele distrito.
OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÓMICO
Vieira da Silva e Pedro Marques - Cascais acolheu José António Vieira da Silva e Pedro Marques para mais um debate promovido pelo Clube A Linha, onde os convidados partilharam com o auditório, a sua visão sobre os desafios que Portugal enfrenta em matéria de crescimento económico.
sábado, 31 de janeiro de 2009
"Por qué no te callas?"
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Convite: Conversas na Linha com Alexandre Faria (6 de Fevereiro)
domingo, 25 de janeiro de 2009
Carlos Leone: Acerca de uma moção
A propósito de referência à necessidade de se combater a abstenção neste ano de eleições, numa moção a apresentar ao próximo congresso do PS, um militante interroga:
Membro do Clube de Reflexão Política a Linha
Membro do Clube do Chiado
João Rocha: Sócrates, a Moção e a JS
- Casamento entre pessoas do mesmo sexo;
Quanto ao alargamento da Escolaridade Obrigatória até ao 12º ano, é uma proposta que faz parte da última Moção Global da JS, “Agir por Mais Igualdade”, apresentada pelo nosso Camarada Secretário-Geral Duarte Cordeiro e aprovado pelo Congresso da JS em Julho de 2008, na cidade do Porto. Só com mais alunos a integrarem o sistema de ensino e valorizarem-se, é possível combater as assimetrias e a exclusão social existente no nosso país, o que tem acontecido desde o início da legislatura (diminuição do risco de pobreza, diminuição da taxa de abandono e de retenção escolar).
João Fortes Rocha
Coordenador Núcleo da JS Cascais
Membro do Clube de Reflexão Política A Linha
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Mensagem de João Cravinho
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Porfírio Silva: O racionalismo da acção enganou a humanista?
Lídia Jorge publicou no passado dia 9 de Janeiro, no Público, um artigo intitulado “Educação: os critérios da excelência”, que tem sido muito referido (mas muitas vezes mal citado) como espécime de fina análise ao actual momento vivido nas escolas portuguesas (ensino não superior). O respeito que a escritora nos merece sugere que não deixemos por considerar as suas palavras.(Este texto publica-se aqui, e não em qualquer outra parte, porque às páginas nobres do Público só se tem acesso em condições que nós, normalmente, não reunimos.)
Porfírio Silva
Doutorado em Filosofia da Ciência
Investigador no Instituto de Sistemas e Robótica (Instituto Superior Técnico)
Membro do Clube de Reflexão Política a Linha
P.S.: Este post foi anteriormente publicado no Machina Speculatrix
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Mensagem de Carlos Monjardino
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Paulo Sá Pereira: Conhecimento Competitivo
No actual momento de crise financeira global, a procura por aumentos de competitividade das empresas, constitui um factor essencial para a sua sobrevivência. Membro Fundador do Clube de Reflexão Política A Linha
Business coach
ppereira@stateoftheart.pt
sábado, 17 de janeiro de 2009
Divulgação: Apresentação da Moção Global de Estratégia Nacional de José Sócrates (18 de Janeiro)
Para eventuais esclarecimentos contactar candidatura@josesocrates.com

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
e-clipping: Crise Internacional - Reflexos no Modelo de Governação
Brevemente serão disponibilizadas as respectivas conclusões e o vídeo da sessão.
http://aeiou.visao.pt/Pages/Lusa.aspx?News=200901169210688;
http://diario.iol.pt/economia/joao-cravinho-iva-crise-offshores-impostos-portugal/1032982-4058.html;
http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Interior.aspx?content_id=1072670
http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/0fd50cc7270c3e23214ab9.html
http://ww1.rtp.pt/noticias/index.php?article=382771&visual=26&rss=0
http://www.oje.pt/noticia.aspx?channelid=827CB671-D324-4A83-A1C8-D559CF5AC090&contentid=851D8380-BCC7-4EE6-A3BD-74C8F03AA04A
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=368232
http://www.correiomanha.pt/noticia.aspx?channelid=00000021-0000-0000-0000-000000000021&contentid=3A71A92B-B799-4A49-911A-7972FBAE6277
http://www.destakes.com/redir/461783d8868e156ef86d49acb64d5e21;
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Convite: "A Crise Internacional: Reflexos no Modelo de Governação" (15 de Janeiro)
A forma como a crise financeira internacional pode reflectir-se nos modelos de governação vai ser debatida no Centro Cultural de Cascais, num evento promovido pelo Clube de Reflexão Política A Linha.Dr. Mário Soares, Contributos para uma Estratégia Nacional
Soares começou por se referir à actual crise financeira económica, global e sistémica como uma crise “sem paralelo no nosso tempo”, cujo epicentro se localizou nos E.U.A. e rapidamente se difundiu para o resto do mundo, apontando como a sua principal causa a política neo-liberal e o respectivo modelo de “economia de casino”, para que o prório Marios Soares tem vindo a alertar desde 2004 e cuja perpetuação se vislumbrava impossível.
Relativamente à reacção do Governo português a esta crise, Mário Soares considera que embora
tenha despertado algo tardiamente para a sua gravidade, logo que se deu conta da sua dimensão e desde então, tem feito tudo o que está ao seu alcance para combater os respectivos efeitos,
nomeadamente, ao ter tomado as medidas indispensáveis para evitar uma corrida aos Bancos em
Portugal.
No entanto, a este respeito, Mário Soares sublinha que dos partidos da oposição apenas se viram
avisos pontuais e sempre de natureza incipiente e casuística.
Referindo-se à condição de Portugal como país mais desigual da União Europeia, Mário Soares
classificou-a de vergonhosa e alertou para a congénita falta de auto-estima dos portugueses enquanto povo e nação, sendo fundamental combater o pessimismo, que previsivelmente crescerá no nosso país nos próximos tempos.
Em ano eleitoral, Soares chamou a atenção para os perigos do surgimento por parte dos partidos da oposição da chamada política do “quanto pior melhor” que assenta na perigosa tentação de explorar de forma irresponsável o descontentamento popular, susceptível de tornar o país ingovernável.
Em seu entender existe uma crise generalizada em todos os partidos políticos, visto que a sua estrutura mental ruiu com os recentes acontecimentos nos E.U.A.. Referindo-se à vitória de Barack Obama, como “uma revolução pacífica”, Soares considera que os E.U.A. dão sinais de estarem a reagir bem à crise, ao contrário da União Europeia, que tarda em mudar de paradigma, não parecendo avaliar devidamente o fenómeno de forma a poder retirar daí as devidas ilações.
No que concerne à política externa e mais concretamente à OTAN, a mesma ter-se-à transformado num braço-armado da Administração Bush, tendo dado como exemplo a intervenção no Afeganistão, a qual está, por um lado, fora do âmbito da vocação defensiva desta organização internacional e por outro, situada para lá dos limites do espaço Atlântico. Apoiando Obama na sua intenção de acabar com a guerra no Iraque, Soares considera que o novo Presidente dos E.U.A. “fará mal“ caso não ponha também um fim à guerra afegã.
Soares destacou as inúmeras potencialidades do nosso país e os respectivos desafios, com que nos confrontamos, os quais nos devem, aliás, estimular. A este respeito Mário Soares refere como uma das nossas maiores riquezas “a matéria cinzenta dos portugueses”. Efectivamente, Portugal tem hoje elites científicas, culturais e artísticas reconhecidas e respeitadas nos quatro cantos do mundo.
Em 34 anos de Democracia, Portugal assistiu a progressos sem paralelo que importa ter presentes. Vivemos numa Democracia representativa que funciona e permitiu a governabilidade do país.
O mar é outra das nossas potencialidades. Contudo, apesar de ser “o nosso destino e a nossa glória” terá de ser assumido como uma efectiva prioridade nacional.
À privilegiada situação geo-estratégica de Portugal, assente no paradigma Euro-Atlântico que contraria a ideia do "país periférico", deverá ser dado um novo impulso nas relações com os países lusófonos, já de si muito boas.
Esta nossa "riquíssima experiência” permite ao antigo Presidente acreditar no nosso futuro colectivo.
Paulo C. Ferreira
A Linha
domingo, 11 de janeiro de 2009
Correio de Cascais - Crise em Discussão
Ciclo de Conferências IDN "Contributos para uma Estratégia Nacional"
Tel: 213 924 600
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Convite: "A Crise Internacional: Reflexos no Modelo de Governação" (15 de Janeiro)
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Carlos Leone: A maioria absoluta e a charneira
Uma nota, tão breve quanto possível, sobre duas questões políticas mencionadas ontem [05.01.09].Artigo de Opinião: Ao contrário do que seria de esperar...
Ao contrário do que seria de esperar, a entrevista do Primeiro-Ministro, José Sócrates, na passada segunda-feira à SIC quase passou sem que os partidos da oposição se manifestassem de forma veemente. Não obstante terem surgido algumas reacções, especialmente dos partidos à esquerda do PS, estas foram inequivocamente reacções brandas e preenchidas das já comuns generalidades a que nos têm habituado quer o PCP, quer o BE. O que não seria de esperar, ou talvez já deveria ser, era que Ferreira Leite não tenha aproveitado o momento para aparecer, enfim, com algumas propostas de soluções para um 2009 que começa de forma tão difícil do ponto de vista económico-financeiro. Porém, talvez esta ausência da presidente do PSD não seja tão estranha quanto possa, à primeira vista, parecer. Afinal a ausência de soluções e a consciência de que a única contribuição que deu, enquanto governante, para as finanças públicas foi um conjunto de medidas vazias, terão levado a que Ferreira Leite se tenha refugiado num dos seus vices para se salvaguardar de questões difíceis e embaraçosas.
Questões difíceis e embaraçosas foram as que Ricardo Costa e José Gomes Ferreira tentaram colocar a Sócrates. Mas em nenhum momento o Primeiro-Ministro se deixou enredar naquele longo editorial preenchido de preconceito político. Afinal, jornalistas que opinam (ao estilo TVI) e que pura e simplesmente não questionam, e cuja única acção que se lhes pode atribuir é um ataque político constante, levam a crer que o seu papel não era certamente o de entrevistadores mas sim de mandatários políticos.
Sócrates esteve atento e respondeu a todas as acusações sempre com a maior serenidade, tratasse-se da crise internacional, da possibilidade de surgimento de um novo partido político ou até da aprovação do Estatuto dos Açores. Quem talvez não tenha ficado tão confortável terá sido o Presidente da República que, pela primeira vez, se viu responsabilizado por não ter enviado ao TC os dois artigos que tanto o acossaram. Afinal, tratando-se essa de uma possibilidade tão legítima quanto o veto político, só por razões de receio se justifica que o não tenha feito. Constitucionalmente o Parlamento confirmou o diploma e Cavaco foi “forçado” a promulga-lo.
Num momento político tão tenso, ser capaz de somar tantas vitórias em tantas frentes de batalha será certamente a justificação para a confiança que o Primeiro-Ministro conseguiu transmitir ao país.
Rui Estêvão AlexandreMembro Fundador do Clube de Reflexão Política a Linha
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Geração de Ideias - I&Deias para a Ciência de amanhã (9 de Janeiro)
quinta-feira, 1 de janeiro de 2009
Sugestão de Leitura: Estudos de Comunicação Política
O livro Estudos de Comunicação Política, tem como cenário político o espaço de campanha e pós -campanha eleitoral, onde se destaca a análise de conteúdo de perto de 180 cartazes de eleições presidenciais em Portugal e na França.Título: Estudos de Comunicação Política
Autor: Paula Espírito Santo
Edição: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Ano: 2008 (Maio)
A Linha - Newsletter de Dezembro









