O LEGADO DE ABRIL NA HISTÓRIA DE UM PORTUGAL DEMOCRÁTICO
Vasco Lourenço e Alfredo Barroso - Num jantar que contou com mais de uma centena de pessoas, Vasco Lourenço e Alfredo Barroso partiram as suas memórias e evocaram os valores de Abril e o legado da "Revolução dos Cravos" na história de um Portugal democrático.
JOSÉ LUÍS JUDAS NO JANTAR DO CLUBE A LINHA
O Clube A Linha contou com a presença de José Luís Judas onde foi especificamente abordado o processo de concepção e execução da estratégia e do projecto que conduziu à vitória do Partido Socialista nas eleições autárquicas em Cascais, com o slogan "mudança tranquila".
VÍTOR RAMALHO NO CLUBE A LINHA
Vítor Ramalho, Presidente da Federação de Setúbal do PS, recordou a matriz genética do partido Socialista, debruçando-se especificamente sobre os desafios autárquicos com que o PS se vê confrontado no Distrito de Setúbal, apresentando a estratégia política seguida nas últimas eleições autárquicas, bem como o caminho que se está a trilhar naquele distrito.
OS DESAFIOS DO CRESCIMENTO ECONÓMICO
Vieira da Silva e Pedro Marques - Cascais acolheu José António Vieira da Silva e Pedro Marques para mais um debate promovido pelo Clube A Linha, onde os convidados partilharam com o auditório, a sua visão sobre os desafios que Portugal enfrenta em matéria de crescimento económico.
sábado, 31 de outubro de 2009
A Linha no Facebook
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Curiosidades (III)
No meio das repetitivas e inconsequentes notícias sobre o caso da criança "desterrada" para a Rússia por um juiz português, ninguém informa sobre a avaliação do juiz do caso. Ninguém sabe? Não interessa? O sindicato dos juízes não tem opiniões?No mesmo discurso, soubemos pela boca do próprio PR - e não por fonte alguma - que a sua experiência o faz conhecer bem as dificuldades que um Presidente pode causar a um Governo. Deixando já de parte o tom egocêntrico e de auto-elogio de todo o discurso, impróprio até para uma pré-campanha, não seria motivo para estranhar? Afinal, não foi graças ao Presidente Soares que o executivo minoritário de Cavaco pôde governar e, quando derrubado na Assembleia, obteve em eleições a maioria absoluta? Curiosamente, ninguém estranhou a «referência» a Soares.
Lista dos secretários de Estado do XVIII Governo Constitucional
sábado, 24 de outubro de 2009
Um governo para quatro anos
Como previra há dias o responsável máximo pela Fundação Res Pública, António Vitorino, temos um governo feito de experiência e abertura à sociedade. O significado não pode ser mais claro: pronto a governar quatro anos, capaz de responsabilizar quem o preferir derrubar.sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Lista de ministros do XVIII Governo Constitucional
Dr. Luís Filipe Marques Amado
Ministro de Estado e das Finanças
Prof. Doutor Fernando Teixeira dos Santos
Ministro da Presidência
Dr. Manuel Pedro Cunha da Silva Pereira
Ministro da Defesa Nacional
Prof. Doutor Augusto Santos Silva
Ministro da Administração Interna
Dr. Rui Carlos Pereira
Ministro da Justiça
Dr. Alberto de Sousa Martins
Ministro da Economia, da Inovação e do Desenvolvimento
Dr. José António Fonseca Vieira da Silva
Ministro da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas
Prof. Doutor António Manuel Soares Serrano
Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações
Prof. Doutor António Augusto da Ascenção Mendonça
Ministra do Ambiente e do Ordenamento do Território
Engª. Dulce dos Prazeres Fidalgo Álvaro Pássaro
Ministra do Trabalho e da Solidariedade Social
Drª. Maria Helena dos Santos André
Ministra da Saúde
Drª. Ana Maria Teodoro Jorge
Ministra da Educação
Drª. Isabel Alçada (Maria Isabel Girão de Melo Veiga Vilar)
Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior
Prof. Doutor José Mariano Rebelo Pires Gago
Ministra da Cultura
Drª. Maria Gabriela da Silveira Ferreira Canavilhas
Ministro dos Assuntos Parlamentares
Dr. Jorge Lacão Costa
Secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros
Dr. João Tiago Valente Almeida da Silveira
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
«Pagar os custos de manutenção de moralidade»
Este ano, A Linha reuniu deputados (Arons de Carvalho), governantes (Augusto Santos Silva, Bernardo Trindade), altos quadros (Carlos Zorrinho), antigos governantes (Carlos Monjardino) e actuais responsáveis em organizações internacionais (João Cravinho) com a «sociedade civil» de que tanto se fala, em debates sobre temas tão diversos como a crise financeira, o plano tecnológico, a ecologia e o turismo. Além disso, enquanto clube socialista, foi A Linha a única organização capaz e interessada em organizar um debate entre os responsáveis das três moções propostas para discussão no último Congresso. Pena a desatenção da comunicação social, que reteve só um comentário (truncado, aliás) de Augusto Santos Silva. Mas, no conjunto, nada mau para um clube informal de um partido supostamente sem discussão interna!
E ainda em 2009 contamos reunir-nos de novo, com a presença de outros convidados que são para nós referências no espectro político nacional. Entre outras actividades a que iremos dando destaque aqui.
Na realidade, a manutenção da moralidade significa isto mesmo, fazermos o nosso papel na vida pública. Pode parecer pouco, mas como sabe quem o faz, traz custos. A célebre «ética republicana» é a fórmula consagrada para quem suporta esses custos, pois não indica uma simples adesão a um regime não-monárquico nem se resume ao cumprimento com as normas institucionais. Trata-se de uma ética justamente por se referir a um comportamento cívico que, mesmo não sendo indiferente a equívocos e más vontades, não se deixa deter por tudo isso. A opção do Clube A Linha pelo debate público radica nesta ética, fundamento de qualquer socialismo democrático.
Claro que não se pode ser justo estando só. A vida ética, a preocupação política com a justiça, requer diálogo com quadrantes sociais diversos do nosso. Ao recusar fechar sobre o PS os seus membros, A Linha definiu-se desde cedo pela sua vocação para a abertura. Por isso mesmo não regozijamos com o estado de descontrole interno do actual PSD e do seu grupo parlamentar ou com a permanente competição entre BE e PCP pela liderança da extrema-esquerda, pois ambas as situações prejudicam a sociedade portuguesa e, nela, também o PS. É com frustração que vemos os actores mais conservadores da sociedade portuguesa atacarem Saramago ou insistirem em denegrir o primeiro Ministro com casos que nunca existiram a não ser em campanhas de desinformação; e com incómodo assistimos à leviandade daqueles que, reclamando-se da Esquerda, se prestam a apoiar todos os golpes baixos da Direita. Neste cenário, é cada vez mais necessário que o Clube A Linha continue a tentar cultivar o diálogo interpartidário e, mais ainda, o debate do PS com todos os agentes sociais.
São esses os custos de manutenção da moralidade que contribuímos para pagar. E 2010, ano de centenário da República e de congressos no interior do PS, presta-se bem a revisitar a História do Partido Socialista com os olhos postos em propostas de renovação. A moralidade tem um preço, mas felizmente esse preço é um investimento no futuro.
A Linha
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Mónica Cunha: Procura-se Estabilidade Governativa
O Primeiro-Ministro José Sócrates vai continuar a governar Portugal, com a legitimidade democrática conquistada nas recentes eleições legislativas que deram a vitória ao Partido Socialista.Juntos vamos conseguir!
Mónica Cunha,
Paço de Arcos, 20 de Outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Para esquecer o video de Maitê
Aqui.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
A degradação do ensino (uma achega)
Que me desculpem a brutalidade, mas ler grunhices como esta no último Expresso (http://aeiou.expresso.pt/henrique-raposo=s24907) ou as do Morgado do Cachimbo de Magritte (sem desprimor para os outros cromos da casa), ou ainda a conversa de «censura chic de Esquerda» do Torres do Público, no último fim de semana, já cansa. Dogmatismo reforçado, já se sabe, mas quando a relação com a realidade já nem sequer consegue ser intermitente... Descontinuidades de pensamento que são tanto mais graves quanto muitos destes seres se apresentam como professores e investigadores...A Linha (e a ResPublica) bem falta fazem para dar umas luzes sobre socialismo, bem se vê.
Carlos Leone
segunda-feira, 12 de outubro de 2009
Balanço e contas
Aqueles que, com bichos carpinteiros, falavam ainda há pouco tempo no presente envenenado que era candidatar António Costa a Lisboa e teorizavam sobre uma imaginária máquina de perder eleições criada por Sócrates, podem bem, agora, repensar as suas certezas.As surpresas e as confirmações não foram escassas, de Leiria a Felgueiras, de Lisboa aos Açores, dos Algarves ao Porto ou de Setúbal a Beja. Mas acabam por ser pouca coisa quando comparadas com o resultado final: apesar de a dispersão dos votantes ter dado (ainda) mais mandatos ao PSD, o PS foi o partido mais votado. A vitória do PSD nas eleições foi recebida pela direcção do partido como a derrota nacional que não esperavam e que são incapazes de, sequer, esconder.
Os «vencedores» de há duas semanas, do BE ao PP,também retornam ao Parlamento com uma auto-imagem mais terrena, graças a este novo acto eleitoral. Veremos então como se comportam as oposições daqui em diante.
Por tudo isto, mesmo os votos insuficientes para a vitória, de Cascais a Paredes, não foram inglórios. Todos estão de parabéns.
E, no caso particular de Beja, a que A Linha está a vários títulos associada, esses parabéns foram, a seu modo, apresentados já na noite de ontem no inqualificável discurso de Jerónimo de Sousa. Muitos parabéns, então.
Agora só falta o retorno de A Linha ao convívio com o público.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
Curiosidades II
Quando a campanha eleitoral madeirense está já em regime de processos judiciais movidos pelo poder político contra a polícia e agressões físicas na via pública, ninguém pergunta pela exemplar democracia insular à lider do PSD, nem pelo regular funcionamento das instituições ao PR. A regularidade, por lá, é real, mas estatística.
Quando um sindicato (de juízes...) mente sobre um acto administrativo, a avaliação de carreira de um dos seus membros, imputando a sua origem a pressões partidárias comprovadamente falsas e se atreve a exigir demissões de membros de órgãos sobre os quais nenhum poder tem, ninguém se escandaliza com pressões. Erro gosseiro, aqui também.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mercedes Sosa: do lá de cá da vida, até sempre.
Eu só peço a Deus que a guerra não me seja indiferente. É um monstro grande e pisa forte toda pobre inocência desta gente.
sexta-feira, 2 de outubro de 2009
Curiosidades
Tantas não-notícias sobre as reuniões do Presidente com os líderes partidários, que todos entendem não ser conveniente partilhar com quem lhes deu o seu voto - e afinal as reuniões do PR com os líderes partidários, incluídas na agenda oficial do Presidente e mantidas no palácio da Presidência, foram «informais»... (abençoado jornalismo que engole tudo sem pestanejar, até as fontes de Belém já voltaram ao activo!)
Tanta gente a falar da incapacidade de Sócrates para dialogar e para governar sem maioria absoluta, exactamente os mesmos que há cinco anos atrás, na campanha em que foi eleito Secretário-Geral, duvidavam do seu socalismo por ser capaz de negociar tudo, até o «Orçamento limiano»...
Tantas coisas curiosas que passam sem ser notadas. Conte-nos as suas, junte-se ao Clube!
